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Feminismos é Igualdade

31
Out18

Basta de violência contra as mulheres...


umarmadeira

ARTIGO DE MANUELA TAVARES

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Aproxima-se o 25 de Novembro, o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres. Este dia surgiu para não esquecer o assassinato das irmãs Mirabal – las Mariposas – vítimas da ditadura de Trujillo no dia 25 de Novembro de 1960. É um dia em que as mulheres em todo o mundo saem à rua dizendo: Basta de Violência.

Em Portugal, nos últimos 14 anos, foram assassinadas cerca de 500 mulheres às mãos de maridos, namorados, ex-companheiros. Este ano já foram assassinadas 21 mulheres. Esta catástrofe acontece porque as mulheres são consideradas como seres subalternos, propriedade dos homens com quem vivem ou viveram e não como seres humanos que merecem respeito. Por sua vez, os homens são educados segundo um modelo de masculinidade que lhes impõe determinada forma de ser e de agir, porque se assim não for não são “verdadeiramente homens”.

Trata-se de um problema estrutural na sociedade que exige alteração de mentalidades, mas que não pode esperar para que elas mudem. Tem de se agir, desde já! Denunciando, fazendo com que a justiça funcione no respeito pelos direitos das mulheres. Não podemos aceitar que acórdãos de tribunais em Portugal dêem sinais contrários à sociedade e às mulheres, desculpabilizando os agressores. Não queremos esta justiça penalizadora das mulheres que, por exemplo, face à agressão de uma mulher com uma moca cheia de pregos a decisão dos juízes seja a pena suspensa do agressor. Ou, mais recentemente que existam atenuantes para o crime de violação de uma mulher inconsciente.

Vivemos dias difíceis em que o avanço das ideias conservadoras e fascizantes no mundo podem levar ao recuo dos direitos das mulheres, assim como dos direitos humanos em geral, com agressões a pessoas com diferente orientação sexual, de diferentes etnias, imigrantes e todos os grupos mais vulneráveis socialmente.

Resistir e defender direitos é um lema que nos deve orientar neste tempo histórico, tal como outras mulheres o fizeram ao longo dos tempos.

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26
Out18

Vox Pop: Igualdade de Género e Feminismo


umarmadeira

Para assinalar o Dia Municipal para a Igualdade (24/10/2018), partilhamos o vídeo resultante do inquérito de rua no Funchal feito pela UMAR Madeira, em que perguntámos às pessoas o que é a igualdade de género e o feminismo. Há muito trabalho a fazer...

 

22
Out18

Falando sobre publicidades...


umarmadeira

ARTIGO DE CÁSSIA GOUVEIA

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Nos anúncios publicitários, sejam eles sobre cerveja, refrigerantes ou até mesmo detergentes, quase sempre vemos as mulheres a serem tratadas como um brinde idiota, estereotipada ou até mesmo sedenta de desejo carnal.

Ora vejamos, na época de Verão é comum passar campanhas publicitárias sobre a cerveja X e Y. É Verão, está calor e as mulheres aparecem de biquíni ou de calções muito reduzidos nos seus belos corpos. Corpos sem voz. Sim, sem voz, porque elas nunca falam.

O comum de quase todas as publicidades de cerveja é que andam à volta de um grupo de homens que se encontram num bar ou numa praia, onde as mulheres aparecem representadas como jovens belas, exibindo os seus belos corpos com pouca roupa e cujo papel na publicidade não é aparecer como amigas, ter uma conversa e, ao mesmo tempo, saborear a cerveja que estão a promover. A única função das mulheres nestas publicidades é servir de objeto de desejo para esses homens.

Começo a pensar que os responsáveis por este tipo de publicidade não entendem que as mulheres também consomem a cerveja. Parecem ter parado no tempo onde “as mulheres de família” não frequentavam bares, não bebiam, não tinham amigos homens. Deve fazer algum sentido para eles, mas no meu raciocínio não encontro um motivo que direcionem a publicidade de cerveja somente para o público masculino, quando este produto que grande parte dos adultos consome, sejam eles, homens, mulheres, transexuais, homossexuais, etc.

Num anúncio, que foi lançado há já alguns anos de uma conhecida marca de refrigerante, nota-se claramente que é dirigido ao público feminino. Na publicidade, observamos o homem da limpeza aproveitando a sua pausa laboral sem t-shirt, exibindo os seus incríveis abdominais e saboreando o refrigerante, enquanto um grupo de mulheres observa e suspira, ao som de uma música, imaginando um striptease sensual. Agora pergunto, estão a promover o refrigerante? Algum ginásio? Ou simplesmente querendo dizer que as mulheres são umas sedentas de desejo carnal e que não estão nem aí para o refrigerante ou só irão beber o refrigerante pela imagem dos incríveis abdominais?

Recentemente começou a passar a publicidade do detergente perfumado à volta de um homem todo jeitoso de tronco nu a tirar a roupa da máquina de lavar. Mais uma vez, não consigo entender a mensagem. Querem passar a mensagem de que o homem deve partilhar as tarefas domésticas? Querem promover o produto que supostamente serão as mulheres a comprar? Ou será que por ser a imagem de um homem em tronco nu faz disparar as vendas do produto?

Na verdade, as pessoas não observam com a atenção devida as mensagens que as publicidades passam, geralmente fazem zapping ou simplesmente pensam “é só mais uma” ou, então, se uma de nós comentar a má representação das mulheres nos anúncios provavelmente iremos ouvir que “não temos nada para fazer para darmos importância a publicidades”. Se tivermos a ideia de colocar nas redes sociais a nossa opinião, levamos com uns engraçadinhos a nos dizerem que o lugar das mulheres é na cozinha!

A pergunta é “as publicidades são más porque o público é mau, ou é ao contrário”?

Não consigo encontrar uma solução para que terminem com este tipo de publicidades que gostam de passar a imagem de que as mulheres são fúteis e vazias. Mas acredito que, se as mulheres que não gostam de se ver representadas por aquelas mulheres dos anúncios se unirem, se reivindicarem e fizerem pressão, são passos importantes e necessários para uma sociedade igualitária.

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17
Out18

Muito do trabalho que temos...


umarmadeira

ARTIGO DE ASSUNÇÃO BACANHIM

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Tenho ouvido falar, nos últimos anos, meses e semanas, em várias estatísticas: diminuição do desemprego, diminuição da precariedade, aumentos salariais e até de melhoria das condições de vida. Mas a realidade parece-me bem diferente.

Se é verdade que o desemprego tem diminuído segundo os números tornados públicos no País e na Região, constato, por outro lado, empresas a encerrarem, outras a irem para a insolvência, entidades patronais públicas e privadas a negociarem rescisões de contratos de trabalhadoras/es. Daí o peso dos contratos permanentes terem vindo a diminuir e o aumento e peso dos vínculos menos estáveis, onde direitos conquistados com muitas lutas e sacrifícios estão a ser atirados borda fora. O que prova também que, ao contrário do que é dito, a diminuição da precariedade não é real e o seu flagelo tem vindo a aumentar, com contratos a prazo e falsos recibos verdes, trabalho a parte time, à hora etc. O que constato é que o mercado de trabalho está cada vez mais com requintes de precariedade, com o trabalho das empresas prestadoras de serviços e de aluguer de mão - de – obra.

As características ligadas ao crescimento dos contratos a prazo é assustador, enquanto os contratos permanentes veem a diminuir drasticamente, tanto para mulheres como para homens, o que faz com que vão perdendo os direitos que foram conquistados com muito trabalho e persistência e por esta via qualquer dia só termos apenas deveres.

Outra forma de precariedade são os/as trabalhadores /as por conta própria, porque a instabilidade promove a insegurança e põe em causa a vida pessoal e familiar.

Por outro lado, os salários praticados são baixos e a média salarial de quem trabalha atravessa uma crise aguda, com a destruição dos empregos efetivos, os empregos existentes são substituídos por outros com vínculos mais frágeis, com diferenças salariais que atingem até 40% menos e a rotatividade do mercado e o risco do contrato terminar é angustiante, dum modo particular para as mulheres. É um facto que, em Portugal, as mulheres ganham menos do que os homens por trabalho igual e de valor igual que executam, em especial se compararmos os ganhos mensais, significa que a desigualdade atinge 18% menos do que recebem os homens, fazendo elas o mesmo trabalho, traduzindo-se a diferença em 79 dias de trabalho no ano sem ser remunerado feito pelas mulheres.

A desigualdade ainda é mais elevada quando comparados com os ganhos médios dos quadros superiores. A discriminação está na base desta situação. As atividades profissionais que as mulheres desempenham, habitualmente associadas a baixos salários, quer no acesso e ascensão da carreira, discriminação com origem em estereótipos de diversa ordem, usados pelos patrões e sujeita a maior exploração.

O falso trabalho independente, outra realidade que afecta muitas mulheres. Uma geração com maior índice de escolaridade e elevadas qualificações académicas, na sua maioria mulheres, no entanto, muitas estão desempregadas, outras forçadas a imigrar, ou empregadas mas que sofrem fortes discriminações.

A precariedade potencia situações de assédio, tortura psicológica no trabalho e repressão de intimidade, promovendo a insegurança  e angústia e condicionando a liberdade e o direito de organização de vida pessoal e familiar.

Por outro lado, a subvalorização das competências e qualificação das mulheres, bem como as discriminações indiretas, refletem-se nas redistribuições baixas ao longo da vida, em prestações de proteção social, pensões de reforma inferiores e num grave risco de pobreza.

Somos um dos Paises onde se trabalha mais horas por semana e a percentagem de mulheres a trabalharem a tempo parcial é muito elevada, fenómeno que há meia dúzia existia, mas em muito baixa percentagem. Por isso, não podemos cruzar os braços, temos de continuar a luta pela igualdade de género e para que os direitos conquistados não sejam mais espezinhados.

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12
Out18

Tens razão, mas eu gosto tanto dele...


umarmadeira

ARTIGO DE PAULO SOARES D'ALMEIDA

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As redes sociais têm coisas muito giras: é maravilhoso encontrarmos um primo em vigésimo sétimo grau que vive no Burundi sem precisar de ir ao Ponto de Encontro; é fascinante saber que a vlogger do momento gosta de comer rúcula depois de fazer pilates, ou mesmo, ver aquele deputado conservador no parlamento com aquele nariz e orelhas fofíssimas de cachorrinho. 

Como todas as coisas boas da vida, tem o seu lado negro da força. Quando vislumbram opiniões contrárias aos seus dogmas, as pessoas abusam da libertinagem de expressão e fazem da sua opinião a lei. São rac… e tudo o tipo de «istas» que existem. Mas principalmente desumanos. Fazem comentários com uma malícia tão apurada que deixaria invejoso o mais malévolo general de Auschwitz.

Esta verborreia toda para introduzir um dos assuntos do momento: a acusação de violação que Cristiano Ronaldo é alvo. 

Eu, ainda abalado com a turbulência da notícia, cometi o maior dos erros que se pode cometer. Sim. Fui parar à caixa de comentários. Lá, nesse mundo sombrio onde impera a falta de civismo, deparei-me com centenas e centenas de pessoas a apoiar o acusado. A alegada vítima era, surpreendentemente, a criminosa e o acusado, afinal, era a vítima - qual telenovela da TVI, qual quê.

O ser um humano é um bichinho que normalmente gosta de gostar. E gosta muito. Gosta como um fanático insano. Seja do presidente da junta, do Tony Carreira ou do avançado do seu clube. E ai de quem ouse blasfemar sobre essa bolha divina de anjos alados.

É verdade que Ronaldo tem uma aura de D. Sebastião, mas não está imune à lei. Quando digo o futebolista, digo o tal presidente da junta, o rei do Mónaco ou o barbeiro Zézito. E como alguém que gosta tanto, odeia estar errado ou sentir que foi traído pelo Romeu a quem entregou o seu coração. O problema é que acontece e, como não há um Shakespeare que possa reescrever o enredo, temos que possuir o discernimento de matar a nossa personagem principal. Usando a analogia que a Sarah Silverman fez em relação a perder muitos ídolos com o movimento #MeToo “É como cortar tumores: é muito complicado e doloroso, mas é algo necessário e no fim seremos todos muito mais saudáveis”.

Se Ronaldo é efetivamente culpado ou inocente, não faço a minima ideia, mas algo está muito errado quando uma alegada vítima de violação é a puta, sem ninguém saber rigorosamente nada sobre o caso apenas se guiando pela reputação do ídolo. Tremendamente errado.  

Já que falei tanto de Cristiano Ronaldo, aproveito para rematar finalmente com um "vamos acabar com o seguidismo incondicional?” - SIIIIIIII.

P.S. – Em momento algum questiono a inocência (ou não) de Ronaldo.

P.S. 2 – Faço estes post scriptum pelo que escrevi no segundo parágrafo.

bannerPaulo

08
Out18

Funchal Pride e os Preconceitos


umarmadeira

ARTIGO DE JOANA MARTINS

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Pelo segundo ano consecutivo, participei na marcha e arraial do Funchal Pride, como pessoa, ativista, humanista e UMARista. Ainda me faz muita confusão a hipocrisia e quantidade de preconceitos patentes na sociedade quando, na realidade, cada pessoa tem o direito a ser como é, a se expressar como deseja e a amar quem ama, sem ter que estar constantemente sujeita a juízos de valor, a discriminações e a insultos. A diversidade deve ser apoiada, respeitada e abraçada.  Só o Amor é real. Isto deveria ser claro como água e o respeito deveria estar acima de tudo.

Mas, infelizmente, ainda há um longo caminho a percorrer. Apesar de ser heterossexual, julgo ser importante fazer parte da causa LGBTIQ, como feminista que sou, que defende a igualdade de género. A luta pela igualdade não tem sexo, nem género, nem orientação sexual. É de todas e de todos. Enquanto houver discriminação e incompreensão, não existirá uma verdadeira igualdade.

Deixo-vos um poema sobre os preconceitos, que poderão encontrar no meu livro “O Sonho, a Vida e o Universo: pelos olhos de uma mulher”. Sejam quem são, aceitem as outras pessoas tal como são, e sejam felizes. O mundo irá se tornar, de certeza, um lugar bem melhor.

 

PRECONCEITOS

 

Se emagreço estou doente,

Se engordo sou descuidada…

Que sociedade exigente!

 

Se sou feia não tenho saída,

Se sou bonita não tenho conteúdo…

Que sociedade deprimida!

 

Se estudo não tenho mais que fazer,

Se trabalho sujeito-me a tudo…

Que sociedade de maldizer!

 

Se vou à missa sou uma beata,

Se não vou à missa sou má pessoa…

Que sociedade insensata!

 

Se gosto de homens estou desgraçada,

Se gosto de mulheres fujam de mim…

Que sociedade limitada!

 

Se não me caso sou pecadora,

Se me caso sou obediente…

Que sociedade conservadora!

 

Se não tenho filhos fico pra tia,

Se tenho filhos fico no lar…

Que sociedade negativa!

 

Se limpo a casa, sou uma rainha

Se não limpo, sou uma incapaz…

Que sociedade atrasadinha!

 

Deixem de lado a maldade

E ajam com mais delicadeza.

Entendam que na diversidade

É que está a nossa riqueza.

 

Somos iguais e diferentes

Mas temos os mesmos direitos,

Sejamos então mais coerentes

E abandonemos os preconceitos.

bannerJoana

 

01
Out18

LGBTI+ na Madeira: a luta das pessoas trans


umarmadeira

ARTIGO DE VALENTINA SILVA FERREIRA

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Ela exibe uma longa cabeleira negra, bem tratada. Usa maquilhagem e saltos altos. O vestido combina com os brincos: com a sua alma. No entanto, ainda convive com o nome que mais odeia, em todas as circunstâncias da sua vida: António. Queria ser Maria. É Maria, simplesmente. Porque Maria é mãe e isso é algo que ela deseja, há muito. Há quem comente, entre dentes. Há quem sorria para ela. Há quem, até, pare para a ver passar. “Traveco”, diz um homem. Maria permanece envolvida numa aura de felicidade, como se nada, para além daquele desfilar de quem é, existisse. Mas existe e o que existe não é bonito.

O preconceito (ainda) embaça as vidas de quem se assume como é: gostar de pessoas do mesmo sexo; gostar de pessoas independentemente do sexo; confrontar um corpo que não se coaduna com aquilo que se sente; e toda uma série de questões ligadas à orientação sexual, expressão e identidade de género. A sigla foi crescendo, acompanhando as causas que defende e as pessoas que, ao mundo, querem gritar aquilo que são, que gostam e a forma como se expressam e, sobretudo, garantir para si, e para quem ainda vive em esconderijos, (alguns) direitos e liberdades que, há muito, já são miudezas do dia-a-dia para os/as que se encaixam no padrão heteronormativo socialmente aceite.

Ser LGBTI+, na Madeira e Porto Santo, é uma luta constante. Ser uma pessoa trans, na Madeira e Porto Santo, é uma luta ainda mais sofredora. O acesso a cuidados de saúde específicos para as pessoas trans são inexistentes e o serviço público deveria assegurar as especialidades de sexologia e endocrinologia, sendo que, para cirurgias, deveria garantir as despesas de deslocação até aos hospitais de Lisboa, Porto ou Coimbra – ainda que estes não se encontrem a funcionar de forma adequada. As pessoas trans madeirenses e portossantenses são obrigadas a deslocar-se para território nacional para aceder a estes cuidados de saúde. Esqueci de acrescentar: as pessoas trans madeirenses e portossantes que têm meios financeiros ou um suporte familiar que lhes permita esse direito. E quem não tem? Maria não arranja trabalho. Ninguém a contrata. Em casa, os pais ignoram a realidade. Maria continua a ser o António.

Dia 6 de outubro de 2018, pelas 15h00, com partida no Largo do Município, acontece a 2ª Marcha do Orgulho LGBTI+, na Região, sob o mote “Transpor Preconceitos”, seguindo-se o Arraial LGBTI+, no Jardim Municipal. Marcharemos pela reivindicação de direitos humanos para as pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexo. Marcharemos para que a Maria deixe, de vez, o António nas suas recordações de uma vida passada.

 

*O Funchal Pride é organizado por: rede ex aequo; Organização Abraço - Delegação do Funchal; Fundação Portuguesa "A Comunidade Contra a SIDA"; UMAR/Madeira; Mad le's Femme; Núcleo Amnistia Internacional Funchal e Opus Gay Madeira.

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